sábado, 21 de agosto de 2010

AGORA QUASE QUE FUDEU

Ouvindo: Tim Maia, Sufocante, 1984

Felicidade é:
depois de praticamente terminar, às três porradas e durante uma tarde inteira, um trabalho pra ser entregue próxima terça-feira; esperar o ônibus no terminal da uni praticamente quarenta minutos e, no final, ter que ir em outro porque o pneu deste estava furado; agüentar uma viagem tora de quase mais quarenta minutos; chegar em casa e encontrar comida na geladeira, e enfim jantar depois de um tremendo banho daqueles!




“Esse ar deixou minha vista cansada”
– Legião Urbana, “Fábrica”, do álbum Dois, de 1986

Terminar o trabalho de Sociolingüística com a Bessa foi realmente *tenso*, uma vez que ‛távamos praticamente pra disputar à tapa quem ia destruir primeiro o computador da BA3, devido este não estar colaborando conosco durante a fase final de confecção do nosso trabalho. Estava indo tudo tão bem e tão legal até o maldito Ruindows Office 2007 decidir começar a tirar valendo com nossas caras...
Foi uma situação, no minímo díspar e TENSA, devido eu não estar escondendo minha raiva/frustração (como se eu soubesse fazer isso mesmo....... esconder minha raiva e minha frustração com alguma coisa.......) devido aquilo estar acontecendo e a Bessa estar RINDO (sim! RINDO a torto e a direito e em alto e bom som) de tanto desespero provocado pela situação. Fora que ainda tive que agüenta-la me pedindo para ter calma...... CALMA, né?
Eu até formataria (esse maldito trabalho) no Linux ainda hoje, mas deixarei para fazer isso amanhã mesmo. Depois só faço salvar no modo de compatibilidade com o Ruindows e foda-se! Segunda-feira, ou terça, sei lá, a Bessa e eu apresentamos/defendemos essa porra e, conseqüentemente, nos livramos logo dessa maldita disciplina. Na verdade, a disciplina não é ruim/maldita/escrota-para-caralho, foi só esse revés de merda que me deixou puto da vida.






„Die Wahrheit ist wie ein Gewitter
es kommt zu dir du kannst es hören
es kund zu tun ist ach so bitter
es kommt zu dir um zu zerstören“
– Rammstein, „Der Meister“, do álbum Herzeleid, de 1995

A propósito, eu falei com o Alan (ver Dia de Quebrar Alguns Joelhos......) sobre à conclusão trágica a qual cheguei estes dias (ver primeira parte da postagem de ontem) e, não foi surpresa nenhuma pra mim, que ele havia chego à mesma conclusão quando ainda estava na graduação. E, como em *frustração e medo* (na qual ele também é citado): “Sabe, isso me dá medo. Não somente medo mas também uma certa frustração com... Têm vezes que eu não sei de mais nada. ”
Todavia, apesar de não estar frustrado sozinho, a maior ironia de todas é que eu não consigo NÃO me sentir sozinho e melhor com isso.


Esta é a universidade!

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