sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A CONSTATAÇÃO + DIA DE LEVANTAR DOS MORTOS + TRABALHO QUASE PRONTO

A CONSTATAÇÃO
Ouvindo: Descendents, Enjoy, 1986

“It’s stand to reason, youre in the game
The rules might be elusive, but our pieces are the same.
And you know if one goes down we all go down as well,
The balance is precarious as anyone can tell,
This world’s going to hell.

(...)

You might not think it matters now, but what if you are wrong?
You might not think there’s any wisdom in a fucked up punk rock song.
But the way it is cannot persist for long,
A brutal sun is rising on a sick horizon. ”
– Bad Religion, “Kyoto Now!”, do álbum The Process of Belief, de 2002


“Hey, you,
Is there something worth aspiring to?
And can it be found in a record store?
Well, it’s not there anymore.
Just think of all the things we did,
We were different
Just like all the other kids.

(...)

Hey, you,
Is there something worth belonging to?
And can I pick it up for a song
Or a diploma or a worthy cause?
Well let me tell you that there’s nothing wrong,
It’s just that ones like us will never belong.”
– Bad Religion, “You Don’t Belong”, do álbum The Process of Belief, de 2002

E depois ainda tem gente que me pergunta porque eu ando tão fudida e caralhalmente FRUSTRADO com o curso que faço. “Então porque você não abandona logo, porra?” Eu bem que o faria, sabe? Todavia, como, no “vestiburrinho” deste ano, não abriu vaga pra nenhum dos cursos que eu estava absurdamente a fim de fazer (Engenharia Civil, Geologia, Geofísica)......
Já me disseram prdeixar dessa idéia de mudar de curso e terminar logo Deutschsprach, todavia, do jeito que anda a carruagem...

Porque o nome desta parte da carruagem se chama “A Constatação?”
Bom... Tem gente que vai ler isso e vai ficar malditamente puta da vida comigo devido a isso. Mas eu não ‛tô nem vendo mesmo (nova essa!) e *foda-se mode on*. O blog é MEU e FODA-SE!
Depois de tanto ver “como a cagada funciona” na Graduação, eu acabei concluindo que os professores só acabam mandando pra Germânia os alunos que estão dispostos a se tornarem professores, seja da graduação ou mesmo do curso livre e FODA-SE se eles quiserem o contrário. “Quer ser tradutor? Não vai”; “Vai mudar de curso depois de ir pra Alemanha? Não vai” e essas coisas. Além do que, só os queridinhos dos professores vão mesmo, ou seja, os que jogam pelas regras deles (“Não sou um bom jogador, não sei dizer frases feitas”). Agora junta tudo e vê a merda que sai. Só não garanto que vão gostar do resultado final...
“Se eu vou consegir essa bolsa pra ir pra Alemanha ou Áustria ou Suíça, sendo como eu sou e não estar nem vendo pra nada disso?” Eu tenho, agora, plena e absoluta e concreta certeza disso, uma vez que, talvez com exceção de Herr Arnegger (talvez Professorin Steffen também, num sei, mas eu não vou perguntar), eu fiz todos os professores somente me aturarem (pois é, logo eu que sou a pessoa mais fácil do mundo pra se gostar, né? e também a mais fácil pra se odiar também – *fato!*). Levando isso em consideração, alguém vai me indicar pra ir pra lá? Vão me indicar pra ir, sim... Vão me indicar pra ir PRA CASA DO CARALHO ou mesmo pra PUTA QUE PARIU! Ainda mais que declarei abertamente pra quem quisesse ouivr que não quero ser professor e sim tradutor (logo eu, o Sr. Didática-e-Tolerância-Zero e Super-Anti-Social-Com-Pessoas-Normais, há, há, há). E, por essa e por outras (que estou pensando na melhor forma de postar aqui) que, quando o pessoal já começar a falar “quando eu estive na Alemanha”, “a Alemanha isso”, “a Alemanha cozido”, “eu comi ovo e farinha quando eu ‛tava na Alemanha” e similares, eu trato logo é de sair de fininho e sumir completamente. Talvez isto seja o melhor a ser feito mesmo.
Eu sei. Vou me fuder B-O-N-I-T-O por causa disso. Eu sinto. ‛Tô até vendo. Mas, sei lá, foda-se, sabe? F-O-D-A--S-E-! Não vou ficar sofrendo por antecipação, uma vez que tenho coisa realmente mais importante pra ser feita.
É, é esse o preço que eu pago por ser eu mesmo, aconteça o que acontecer.



DIA DE LEVANTAR DOS MORTOS
Ouvindo: Die Toten Hosen, Bis Zum Bitteren Ende, 1987

“Mas não é um sonho, mas não é um filme B
Corpos ressuscitam, mortos voltam a viver

Que venham os mortos!

Corpos voltam a andar, mortos voltam a viver
E o desespero toma conta de você
Solitários e famintos, nada pode os deter
Hordas de mortos vivos querem destroçar você”
– Zumbis do Espaço, “Que venham os mortos”, do álbum Abominável Mundo Monstro, de 2000

Uma das melhores coisas de andar pra cima e pra baixo com máquina fotográfica digital é poder registrar os momentos quando você encontra aqueles conhecidos de LONGA DATA que faz UMA CARA que você não os vê. Isso foi uma das coisas que salvou meu dia realmente.
Só o que posso mais dizer sobre isso é “My Wolf-brothers are the fucking better ones!”


TRABALHO QUASE PRONTO
Ouvindo: Descendents, Milo Goes to College, de 1984

“E quando chega o fim do dia
Eu só penso em descansar
Quem sabe, esquecer um pouco
De tudo que não sabemos.”
– Legião Urbana, “Música de Trabalho”, do álbum A Tempestade ou O Livro dos Dias, de 1996

Professor Razky não é um professor ruim. Muito pelo contrário. Tal como aconteceu com Frau Rosely Risueno Viana (de PdA), sou eu que não consigo embarcar na mesma onda que ele e a sala (ver viking radical fechado de mente estreita?!?) e ficar com aquela cara de bunda valendo. Não é aquela coisa empolgante de 2TN e PLG, ou mesmo das aulas de Lingüística, ministradas por Professorin Márcia Almeida Cunha (FIBRA). Eu simplesmente NÃO consigo (durante as aulas de Herr Razky) NÃO ficar com aquela cara de “pois é, que merda, né? Até que a matéria é bem interessante (sem sacanagem/ironia/sarcasmo de nenhum tipo, é sério!), todavia... Creio que isso se deva ter sido por causa da injeção de (des)ânimo que meus brodérs (‛tô pegando sua palavra emprestada, Fernanda [dona do mulher 25 procura]!!!) de Englishspeaking me cederam quando eu os informei que esta disciplina seria ministrada por este professor.
Pois é, graças à minha Irmã-de-Curso-e-Armas, Danielli Bessa (ver o segundo parágrafo de Sobre Ontem e Hoje), que, tal como TODO MUNDO lá da sala, não fica com os dois pés atrás com o professor e compartilha da empolgação do mesmo com a disciplina (também em viking radical fechado de mente estreita?!?), eu (e ela, claro) andei mais do que um corno depois que pegou aquele chifre. Todavia a *compensação 01* é que fechamos, acredito eu, uns setenta porcento do último trabalho que temos que entregar segunda-feira próxima, devido termos enfim feito os vídeos para incluir no trabalho. A *compensação 02* é que, como a casa onde Bessa mora fica praticamente de cara com a FIBRA, aproveitei pra ver o novo investimento. Eu já tinha visto-a ontem, mas foi legal fazer essa surpresa pra ela (eu já havia visto-a ontem – depois de uma semana e meia sem nos vermos!).
Hell yeah, isso também salvou o meu dia. E MUITO!





‛Tô cansado pra caralho e não quero ir pra aula amanhã.........
Como se eu tivesse opção mesmo!




Hoje: DEZESSEIS dias sem birita e sem cigarro e sem farinha e sem ovo!
Ú-HU!

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