sexta-feira, 27 de agosto de 2010

E DAÍ QUE EU QUERO.... SE NÃO PODEM AJUDAR, NÃO EXECREM!

Ouvindo: faixas intercaladas de Gods of War, de 2007, do Manowar, e Fate of Norns, de 2004, do Amon Amarth

You try being cool
You feel like a lie
You've played by the rules
Now it's their turn to try

So back off your rules
Back off your jives
‘Cause I’m sick to live
To stay alive
Leave me alone
I’m not asking a lot
I just don’t wanna be controlled
It’s all I want”
– The Offspring, “All I Want”, do álbum Ixnay on the Hombre, de 1997


“We storm ahead with swords'n shields
For victory we ride
We fight the world on these battlefields
To re-erect the pagan pride

We draw the blood of those in our way
It's 'victory or die
With pounding, raging fury we slay
Now christian hounds will pay

Charge ahead, no retreat
No merca, noone shall live
To us there is no defeat
No remorse to give

A wind of power blows from the north
The enemy shivers to the core
We slay with strength, pushing forth
Silence before the storm

The gates of Valhall open up
The ground beneath us shakes
As Oden leads the Gods to war
The Rainbow Bridge cracks

Nothing can stop this final attack
We carve up all in our path
Now there is no turning back
Final battle is here at last

A feast awaits us when we get back
Awaiting all that fought in wrath
By the long fires we sit in glory
Ande beer cools our soar throats

We are few but strong in will
The last with pagan blood
We fought the world with burning steel
Now we sit in Hall of Gods

Pride and glory in our hearts ”
– Amon Amarth, “The Last With Pagan Blood”, do álbum The Avenger, de 1999

E daí, que, na postagem de ontem, eu disse, que este semac, teremos Culturas Germânicas, né? E daí que o trabalho de Paganismo Germânico acabou sendo resumido tanto à criação do mundo quanto o fim deste, para os nórdicos – o Ragnarok (favor não confundir com o MMORPG megahipercanalha de mesmo nome).



“My days are numbered: soon I have to leave
The Horns have stretched my living thread
The notion of my demise won't leave me be
Why cannot death just set me free!

I've lived a life or prosperity
But I'm not as young as I used to be
Down the road waits misery
Why cannot death just set me free!

Countless armies have I attacked
Not once have I backed down
And though I've spilled a lot of blood
I never once received a mortal wound

I've raided shores in many lands
I cannot count the men I've killed
So many friends died with sword in hand
But the warrior's death was never granted me

I dress myself in battle clothes
Alone I make the final ride
My sight is blurred, by whipping snow
I seek to end my life

I want to walk across the Rainbow Bridge
And see my fathers in the golden hall
They beckon me to join their feast
In my dreams I hear their call”
– Amon Amarth, “Across The Rainbow Bridge”, do álbum Versus the World, de 2002

E daí que Frau Odinéia disse/afirmou pra quem quisesse ouvir que eu tenho carta branca para fazer meu melhor possível. E daí que fui pedir para Frau Rosanne (Cordeiro de Castelo Branco, citada por alto em Pavulagem of Broken Knees and Teeth) algum conselho, ajuda, orientação foda-se, sei lá e ela disse, na frente de algumas meninas (Bessa incluída) que eu era/sou completamente louco por ter uma idéia dessas e que tinham que me amarrar por causa disso e, me escarneceu valendo mesmo, afirmando que a execução da idéia era completamente inviável. Só pra constar: OBRIGADO PELA FORÇA! Ok, vamos ver de quem é a “idéia de execução completamente inviável”.....



“Odin! Guide our ships
Our axes, spears and swords
Guide us through storms that whip
And in brutal war

Our ships await us by the shore
Time has come to leave
Our country, family and homes
For riches in the east

Some of us won't return
But that won't bring us down
Our fate is written in the web
Woven by the Norns

A ram is sacrificed
Across the longship's bow
And as we set our sails
A strong breeze starts to blow ”
– Amon Amarth, “Pursuit of Vikings”, do álbum Fate of Norns, de 2004

E daí que fui pedir uma força/conselho/ajuda/orientação a Herr Arnegger. E, só pra variar, ele “só” foi super-atencioso e compreensivo para comigo, me dizendo/orientando sobre o que eu poderia fazer quanto a isso a cada vez que eu ia explanando mais sobre meu trabalho, que, a priori, apesar de ser uma “coisita pequena”, é uma coisa, creio eu, nem um pouco modesta e tremendamente pretensiosa. Tá vendo, Rosanne? É ASSIM QUE SE FAZ!!!! Ou então, bastava dizer “eu não posso te ajudar quanto a isso, Malafaia!”?!? Mas nããããããããão..........!!!!!!!!!



“Miklagaard has been our home
For twenty years or more
We´ve our axes, spears and swords
In service of the emperor

We are loyal warriors
That´s the oath we gave
To protect the emperor
Even to a violent grave

Our loyality was always firm
We kept our given word
On these southern battlefields
Our northern war cries roared

Battles have been fougth
Many gave their lives
But all who died by axe and sword
Were called to hall up high

Our time here
Is now at end
Can´t help but reminisce
A cold spring day
So long ago
When we set out to sea”
– Amon Amarth, “Varyags Of Miklagaard”, do álbum Twlight of the Thunder God, de 2007

E daí que Frau Odinéia (Bastos Amaral), em sua primeira aula de CG (como chamamos Culturas Germânicas), admitiu com todas as letras que não conhece lhufas e bulhufas do assunto em questão e que é praticamente a turma que fará este trabalho. UIA MINHA CARA DE FELICIDADE QUANDO SOUBE DISSO! “Hell yeah, Paganismo Germânico na veia!”, pensei na hora. A idéia do Ragnarok veio só depois! É, eu também não pude deixar de pensar na idéia/possibilidade que Frau Castelo Branco também possa ser uma completa zerada/despreparada em história e mitologia viking. Do jeito que ela me tratou quando eu disse sobre meu projeto pra ela, não duvido NADA não!



“The battle of Midgard is almost won
And the thousand years of tyranny will be forever gone
Soon a new world will be born rising from the sea
Where Asagods again shall reign and humans will be free

He rides once more upon the black mountain of doom
Holding firm the crusher of giants' bones
He lets the hammer strike, now everything shall burn
As Surtur's fire is released upon the world

As Surtur's fire is released...”
– Amon Amarth, “Releasing Surtur’s Fire”, do álbum The Crusher, de 2001

E daí que eu encontrei o Pëixë (ver Crespim) e o Alan hoje de manhã, lá na uni; falei sobre isso (trabalho sobre Ragnarok) com eles e eles concordaram na hora em ajudar no que fosse necessário (e a ajuda do Burçãos será mais-do-que-vital, ainda mais que ele faz História na UF)!!!! “And the Army of the Immortals goes on and on!” Eu inclusive falei/comentei com o Pëixë até sobre tomar umas “licenças poéticas” no projeto – não na história, mas em umas coisas em relação à como ela será contada. Ponto pra quem disse “RPG” e mais um ponto pra quem acrescentou Crias de Fenris e mais um ponto ainda pra quem falou sobre o RPG Midgard. Pois é, eu usarei alguma coisa de cada um dos três como ponto de referência, de forma marcante. Ainda mais o Get of Fenris Tribebook e o Midgard, mas não de modo que eclipse a verdadeira história principal a ser contada.






E daí que eu estou ansioso e, ao mesmo tempo, apavorado com tudo isso? Nada disso é novo, tudo isso é novo. É uma questão de perspectiva. Disciplina “nova”, professora “nova”, experiência “nova”, embora o conhecimento a ser tratado seja tão e mais antigo quanto a primeira instituição de ensino superior.



Gaia, como sempre, haverá de me guiar!

Grande Fenris, apesar de eu ser um Lua Crescente da Barata, rogo por Vossa Força e Coragem e Sabedoria para completar tal empreitada!

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