quinta-feira, 5 de agosto de 2010

kein Titel zu dem Donnerstagpost [4]

(postagem manuscrita na aula de Sociolingüística, do professor Abdelhak Razky)

With a little help of my friends, eu tanto tive um dia bom ontem, quanto uma parte do mesmo muito da sua escrota. Eu não sei com o que fico mais caralhalmente emputecido: com meus conhecidos, por me enrolarem e conseguirem me convencer a ir na corda deles OU comigo mesmo, por conseguir ser enrolado e ir na corda deles.
O poema que eu tinha escrito pra guria, que eu falei no post de ontem. A priori, eu ia mofar aqui pela uni, a esperando para poder entregar (o poema) a ela. Aí, eu dei O GRANDE AZAR MEEEEEESMO de encontrar o Vla (e SEMPRE qu’encontro com ele, dá SEMPRE merda – geralmente pro meu lado). Conseqüências: ele me NEUROU TANTO pra ir embora porque ‘tava passando mal (é isso que dá nego passar mais de mês sem entornar e depois querertomar todas) ↔ acabei NÃO vendo a situação da minha meia-passagem ↔ NÃO almocei, mudando de cor de tanta forme. E, numa das pernadas, acabei vendo, dentro de um ônibus, a GURIA DO POEMA. Pensem na RAIVA!!!
E, putz, não é porque (ele e eu) estamos praticamente no mesmo barco – nossas mãos estarem putíssimas por não sermos os “caras-normais-e-socialmente-aceitáveis” que elas gostariam e, por conseguinte, elas quase nos expulsarem de suas casas por isso – é que não fiquei malditamente emputecido com ele, ainda mais que... agora, por isso, tenho uma nova frustração OVERTHRASHERMONSTERING para me atormentar: não ter entregue esse poema pra guria que, indubitavelmente, NÃO VEREI NOVAMENTE.
[suspiro profundo de decepção e frustração]


Alguma coisa compensou?
Ter ido à FIBRA não somente para ver a Andie e o Maurice, mas pra ver/abraçar/beijar my new investiment. E isso, graças a Gaia, salvou (em parte considerável, o meu dia).
Sobre a guria em questão: eu já falei dela aqui um bom tempo e em muitas postagens. Todavia, como ela e eu não estamos nos “agarrando formalmente” (i.e.: namorando), e muito provavelmente e por decisão mútua de ambas as partes, certamente não o faremos, continuaremos como estamos. E creio que, devido a nossas atuais condições/situações, ser-nos-á preferível continuar deste modo. Eu estou reclamando? (Ainda) Não.
E, como não estamos nos “agarrando formalmente” (há, há, há), eu prefiro não divulgar o nome dela aqui para evitar algum tipo de cagada futura (*bom senso mode on*) e, bem, quantos menos dores-de-cabeça, melhor, não? Fora que alguns pariceiros e pariceirAs haverão de me aporrinhar a porra da paciência por isso (quando verem o nome dela aqui). Nein, danke sehr.

E, caralho, eu não vejo a hora de vê-la/beijá-la/abraçá-la novamente.

“Hear my name
Take a good look
This could be the day
Hold my hand
Walk beside me
I just need to say...

I could not take
A just one day
I know that I would not ever touch you
Hold you
Feel you
Ever hold...
Never again”

– Pearl Jam, “Porch”, do álbum Ten, de 1991



Ir pra casa almoçar. GO!

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