sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A PEQUENA CANÇÃO DA IRONIA......

“Mama they try and break me...

The windows burns to light the way back home
A light that warms no matter where they go
They're off to find the hero of the day
But what if they should fall by someone's wicked way

(...)

Excuse me while I tend to how I feel

These things returns to me that still seem real
Now deservingly this easy chair
But the rocking stopped by wheels of despair”
– Metallica, “Hero of the Day”, do álbum Load, de 2004


Uma coisa que eu realmente adoro nos meus amigos e nos meus professores é a incrível capacidade que eles possuem de fazer com que eu me sinta diminuto, um completo merda e um perfeito idiota.
Chega de ironia.

Ontem, lá no stand de Língua Alemã na FITA (Feira Internacional de Turismo da Amazônia), apesar de eu ter encontrado a Ágila (Flaviana Alves Chaves) e o Gêmenis (ambos from CEFET) e ter conhecidos umas pessoas (mulheres) interessantes, cujos nomes não lembro agora.
Mas...........
Fuck it off mode on. Eu ‘tava mais perdido do que cego em tiroteio naquela porra……
Não que a presença de gente como a Bessa não me faça sentir bem, porque faz sim, todavia..... Ah, caras.......

É uma coisa. Por mais que eu chegue aos stands e os atendentes sejam super amáveis e gentis para comigo e eu retribua isso, EU NÃO TENHO essa COISA que eles têm. Essa postura, esse tom de voz, essa COISA que eles possuem que atraem as pessoas. Talvez seja algo comparado àquela “aura assassina” que o monge fala pro Takezo/Musashi em Vagabond, que afaste as pessoas que não são próximas a ele.......
Eu fui à casa do Sonho-Desperto pra ver se ele me dava algumas dicas quanto a isso (devido ao fato d’ele ser muito mais “sociável” [talvez as aspas sejam desnecessárias] do que este que vos bloga) e ele me disse pra eu cair dentro mesmo e dar a cara à tapa para poder perder os medos e ver o que é que rola. Porém, se for pra eu me sentir incomensuravelmente mal que nem eu me senti ontem à tarde/noite lá no Hangar. Acho que (o que resta da) minha auto-estima conta bastante, não?



Só pra terminar: Ontem, na Rede Brasil, passou um dos filmes que marcaram minha infância e minha adolescência: As Aventuras do Barão de Munchausen, com John Neville, Uma Thurman, Sarah Polley, Eric Idle e Robin Williams, do über alucinado TERRY GILLIAM Gilliam, diretor de pequenas obras-primas/pérolas como O Pescador de Ilusões (de 1991, com Jeff Bridges, Robin Williams e Amanda Plummer), Brazil (de 1985, com Jonathan Pryce, Robert De Niro, Bob Hoskins, Ian Holm e Peter Vaughan) e Os 12 Macacos (de 1995, com Bruce Willis), além do último do Heath “Coringa” Ledger, O Mundo Imaginário de dr. Parnassus, do ano passado. (mais coments sobre o filme em http://berrandofilmes.blogspot.com/2006/01/as-aventuras-do-baro-de-munchausen.html)
É, só isso pra salvar meu dia mesmo......



Será que vou amanhã?
Não sei não....
Ainda mais que “Boot Stamping on a Human Face Forever” começou a me “assombrar” desde ontem mesmo.....


“ Don’t ever dare to hope, he said,
So I’ll never let down too bad.
I know there’s nowhere to go
So I’ll just stay here instead.
(...)
I can’t win! Look at the trouble I’m in”
– Bad Religion, “Boot Stamping on a Human Face Forever”, do álbum The Empire Strikes First, de 2004






E não, eu NÃO vou pedir desculpas por me sentir azedo desse jeito!

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