quarta-feira, 8 de setembro de 2010

VOLTANDO DO BURACO [2]

“Mesmo assim eu estou preso
Fui condenado a vagar
Sozinho neste cemitério
Até você ressuscitar”
– Zumbis do Espaço, “Até Você Ressuscitar”, do álbum Aberrações Que Somos, de 2002

Faltam praticamente dez pras sete da noite e eu acabei de ressuscitar.
Vai fazer praticamente uma semana que não posto nada aqui, mas isso muda hoje.

É terça-feira, mas devido hoje ser feriado (“dia de independência da república” – é, pra mim, é com iniciais minúsculas mesmo!), tá com uma cara de domingo que vou te contar.
Eu devia ter postado alguma coisa aqui estes últimos dias, mas devido estar farreando pra valer por aí… Pois é, simplesmente não dá pra fazer tudo ao mesmo tempo (é, antes era possível agora olha a minha disposição, he, he, he).

Depois de voltar pra casa do Mutt (ver Aniversário do Muttley!) (ver mais detalhes à frente), só fiz comer-e-morrer. E farei isso novamente assim que terminar este por, uma vez que teri que acordar praticamente às cinco, no máximo às seis da matina de amanhã, pra, obviamente, ir pra UF, onde a parada vai voltar a ser tensa, uma vez que as aulas na CEG começarão amanhã (não, e eu AINDA NÃO ESTOU PRONTO – e acredito que nenhum dos professores de lá também esteja). Às segundas e quartas-feiras, das 18 às 20. Ou seja, F-U-D-E-U, lá vou eu ter que passar praticamente o dia todo na uni, porque voltar pra casa, está-mais-do-que-foda, devido justamente ao trândito de merda no itinerário UFPA-Guajará_Cidade-Nova/Guajará_Cidade-Nova-UFPA. Hewie, Bocão, Cass, Liane, K, Carmona e um mundo de muitos outros que o diga, pois moram por essas bandas também.

SEXTA-FEIRA: Eu disse pra mim mesmo que ia cedo da uni pra casa, mas acabei aportando na casa do Poderoso 38ão (UOU!) e ficando até lá . A minha ideia era dormir a tarde toda e, à noite, ver a galera do Canteiro do PAAR. Claro que sempre é muito bom rever esses putos do caralho. Alguns apareceram, muitos não, mas deixa quieto. O importante foi que deu pra colocar a conversa em dia com o Marley, com o Bolacha e o com o Canção-da-Amargura. Bem, foda-se, né? Pra mim, como eu disse um sem-número de vezes anteriores aqui, PRA MIM, é SEMPRE MUITO IMPORTANTE ESTAR COM MEUS AMIGOS DE VERDADE! Hell yeah, und Marley sind keine Freunde mir nicht mehr, mir sie sind Familie!
SÁBADO: Depois de muito embromar, acabei não indo à festa do Digão, mas fui à bebemoração do aniversário da Márcia (onde, só pra variar, fiquei *transtornadex mode turbo on*) (também pudera – misturar cerveja + vodka Kadov + conhaque Chanceler, há, há, há, não tinha outro result!). Bebida de grátis é sempre muito importante, pena que o resto dos RPGistas não deu as caras por lá (Muitas-Garras, Papa e Naryga estou falando com vocês!).
A única neuração do momento foi o Samuel (vulgo “Gjoe”) ter me dito que, justamente quando eu comecei a me entrosar com a galera do Muitas-Garras (idos de agosto do ano passado), que meu namoro com Luciana (não preciso dizer qual Luciana é) começou fadado ao fracasso (*fato*, todo mundo via isso, menos eu!), devido ela ser uma porta de carvalho e titânio tal qual a este que vos fala. Agora foda-se, deixa quieto. (“Como ele a conhece e sabe disso?” Deve ser porque ele namorou mais de ano com a irmã dela e conviveu diretamente com a família dela, há, há, ha).
Ah, EU IA ESQUECENDO! Matando tempo na casa dos Muinhos, acabei encontrando, meio que sem querer na TV a cabo, o clássicaço Quem Vê Cara, Não Vê Coração, um dos verdadeiros clássicos supremos da Sessão da Tarde, dirigido por John Hughes (Férias Frustradas, Curtindo a Vida Adoidado, A Garota de Rosa Shocking) e estrelado por John Candy (Mamâe Não Quer Que Eu Case, Splash - Uma Sereia em Minha Vida, Antes Só do que Mal Acompanhado) e Macauly Culkin (Esqueceram de Mim 1 e 2, O Anjo Malvado, Meu Primeiro Amor). Oh, caras. Lembranças de bons tempos que não voltam nunca mais. “Dear sunshine, will the good things stay? If you believe in them every day.” Vou ver se consigo pedir pro 38ão (UOU!) baixar pra mim!
DOMINGO/SEGUNDA/HOJE: O plano inicial/principal era o Felipe (Alvares, o Mutt citado na primeira linda do parágrafo sobre a CEG) e eu irmos pra Icoaraci pra encontrarmos o Pitts e talvez mais alguns da nossa laia e somente então decidir o que faríamos (i.e.: encher o rabo de cachaça e fumar até perder o paladar, não necessariamente nesta ordem). Pois é. Num rolou: não rolou ir pra casa do Weiß_Ulf, e fui à casa do Mutt mesmo, onde fiquei até hoje colocando a conversa em dia (muitas coisas foderosamente tensas, a maioria nem tanto), tomando muito álcool, dormindo muito mal, baixando muita pornografia (isso porque a net dele tava ruim – imagine se estivesse tinindo, como da primeira vez que fui pra lá) e fazendo muitas merdas, sendo as principais ir comprar birita e cigarros debaixo de chuva torrencial + ficar cantando música de corno abanonado pela mulher (exemplos: “Mariane”, “Dormi na Praça”, “Você de volta” – é só isso que eu consigo lembrar devido estar bêbado no momento) e essas porras de nego com dor de cotovelo (é, eu também ter ficado malzaçamente fudidaço por lembrar de negas anteriores, mais-do-que-principalmente Morgenstern e Kobayashi).
E eu simplesmente não podia esquecer de fechar o feriado com essa: Ao voltar da casa do Fê, passei pela casa do Albert, atualizamos as conversas e, ao falar sobre cinema, ele me mostrar o cúmulo da alopração no cinema de aventura/ação. O filme vem da Índia e coloca toda a galera dos EUA, do Japão, da China e da puta-que-pariu embaixo do chinelo. Para conferir só o trecho que eu vi na casa dele, clique AQUI! Se você ficar com princípios de catatonismo pelo que viu, não se admire – é completamente normal (créditos à galera do Kibe Loco por ter achado a “pérola”).

Eu não podia querer mais deste feriado prolongado. De verdade, de coração.
E eu amo vocês por isso, caras.

E então eu olho pros livros que tenho que ler ainda esse mês e pra serem teminados antes do dia 20.
Amanhã eu começo.
TOMARA!
(agora deixa eu arrumar minha mochila pra não perder tempo amanhã!)

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