domingo, 28 de novembro de 2010

NADA DE NOVO POR AQUI

São quase cinco da tarde de um domingo nublado e confortavelmente frio. Estes últimos dias têm feito um verdadeiro calor do caralho.

Como eu estou? Aparentemente, bem. Nada de novo e tudo a mesma coisa. Arrumando coragem pra fazer uns trabs da uni e ler uns livros para outros trabalhos da mesma. E, antes que vocês, fiéis leitores, se perguntem, eu não postei mais nada desde quarta-feira última porque, SIM!, estava muito ocupado farreando ‘til die, fumando até perder o olfato e bebendo até perder o paladar. Daqui a pouco, ainda hei de fuçar meus mails pra ver se alguém mandou alguma putaria nova (alô, alô, Seu Wilson, Maurice, Uchiha e Íse), alguma coisa “decente” (né, Frau Steffen e Frau Matar? hah!) e/ou mesmo se minha guria me respondeu algum dos mails que mandei pra ela depois da última aula de MSLA.

UM
Tooooooooooooooooooooda vez é pra eu falar disso aqui, mas nunca rola. Eu sempre esqueço. Até agora.
Nos cursos da FALEM-UFPA, têm matérias de literatura em praticamente todos os semestres, e não tem matéria alguma relacionada à teoria e prática da tradução (mesmo tendo alguns livros de história e teoria da tradução über-fodônicos na BC). Certo. No curso de Tradutor e Intérprete da FIBRA, tem Teoria Literária no primeiro semestre e dois de Literatura Brasileira e Literatura Portuguesa, além de um de Literatura Estadunidense e um de Literatura Inglesa (não me perguntem porque é só um deste e dois de língua portuguesa – sim, eu sei que é uma sacanagem sem tamanho mesmo, uma vez que os anglófonos têm uma literatura tão antiga quanto).
Pois é. O que acontece? Enquanto o povo da FIBRA se especializa em tradução, fica meio perdido quando vai estudar literatura e o povo da UFPA se esborracha ao estudar tradução mesmo sabendo dissecar literatura. Acredito eu que tudo devia ser estudado simulteaneamente, para haver uma melhor preparação. Porque como o(a) animal vai traduzir a literatura se não sabe dissecá-la e analisá-la e como o(a) animal que conhece as nuances do assunto vai traduzir de forma decente e coerente o(s) texto(s) caso não saiba as minúcias dos processos tradutórios? Cruel pra porra, não?
Todavia, modéstia à parte, nós da UF não penamos tanto assim quando vamos meter a cara com tradução justamente pelo caso da análise literária. Meu-clã-é-FODA-! Porém creio que seríamos força imbatível caso tivéssemos, na mesma grade curricular, literatura e estudos da tradução. Para o Arallu com as matérias pedagógicas na FALEM! Que Honras e Glórias sejam destinadas a todos os Professores e Professoras, mas que o pessoal de Língua Portuguesa se destine a ser professor! (entschuldigt mir, Muitas-Garras, Rob, Mario, Momó e Rick – mas essa é a MINHA opinião!)


DOIS
Lendo por partes e ajeitando em .pdf pra poder imprimir pra ficar joinha pra pdoer comer com farinha assim que o se’mac terminar: Contato, do estadunidense Carl Sagan, de 1985 (eu tinha dois anos de idade na época).
VAI-TE-FUDER! O livro é realmente e inegavelmente uma das obras-primas da beletrística de ficção científica. Pra um físico nuclear que tem as classes “contista” e “romancista” na planilha, ele até que tem uma narrativa bem trabalhada e uma linguagem bem acessível.
Vamos dizer que a adaptação pro cinema, tendo a Jodie Foster como a Eleanor Arroway, é uma coisa bem mais................... qual palavra? É uma adaptação muito da sua tremendamente mastigada, pra não dizer “simplória”. Ativando o modo hipócrita, eu até vou dar uma olhada no filme depois que comer com farinha a minha futura versão impressa. Eu sei que tem muita mudança na tranposição semiótica da coisa, mas quero ver o quanto essas coisas são mudadas.
Dá teu jeito pra conseguir uma cópia pra ler. ‘Tô pensando seriamente em upar no 4shared pra download. Aí ocê(s) baixa(m) e DÁ TEU JEITO PRA LER. Pelo visto, não vai dar mais de cento e oitenta páginas com essa formatação que ‘tô fazendo – foda-se, tomara mesmo.
Eu ‘tô pensando seriamente em imprimir duas cópias – uma pra mim e outra pro Palavras-Prateadas, já que o livro apresenta uma discussão muito da sua espinhosamente foda entre religião e ciência, com diálogos verdadeira e relevantemente porradeiros. Sim, ele achará uma maravilha, disso eu não duvido. Da última vez que nos falamos, ele inclusive me tirou umas dúvidas bastante esclarecedoras sobre o que acontece “no mundinho à parte qu’ele faz parte” e TALVEZ eu fale sobre isso aqui.
Se você(s) faz(em) parte da Grande Ordem Nerd, você(s) tem a OBRIGAÇÃO de ler este livro. Se já leu, ótimo. Caso não, faça isso pra ontem!

TRÊS
Pensem na saudade MONSTRO que estou sentindo da minha guria! Eu não a vejo desde sábado passado (20.11.2010) e estou quase arrancando meus dentes de tanta tensão! É realmente escroto para cacete ter que dividir atenção com porra de TCC. Ainda bem que, com o meu, AINDA não está sendo essa coisa!
Saudade de seus beijos.
Saudade de seus olhos.
Saudade de suas mãos.
Saudade de sua voz.

estar apaixonado é foda


QUATRO

Recomendação beletrística em papel impresso: Os maiores clássicos do Demolidor de Frank Miller.
Quatro edições encadernadas lançadas pela Panini em 2002. Fouda-se, o material é de primeira. É a melhor fase do Homem Sem Medo desde quando foi criado em, por. Roteiro e desenhos do próprio Frank Miller, com arte-finalização de seu eterno primeiro escudeiro Klaus Janson, que dispensam quaisquer tipos de apresentação. Tradução e adaptação de Jotapê Martins. Cada um tem entre 148 e 170 páginas.


Como não vai ter aula amanhã e terça-feira por causa de alguma porra lá que vai ter lá no ILC que até agora não sei do que se trata, vou tratar de ir pra putada hoje e, terça, me vestir de vergonha e dignidade, tirar um RG novo (eu perdi o meu!). Coisa de vagabundo filho da puta? Pode ser. Se eu me importo?

Claro que não.

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