quinta-feira, 4 de novembro de 2010

TRATADO DE NERDICE – primeiro de muitos

Ouvindo: Led Zeppelin, Coda, 1983, e Led Zeppelin I, de 1968


[texto, por enquanto, incompleto]
Tanto durante a aula de MSLA quanto aind’agora, quando eu estava lavando umas cuecas e camisetas de banda, estava eu pensando sobre as Contribuições às Causas Nerds. Tem gente que contribui sem saber e tem aqueles que o fazem propositalmente.
Quando se usa os termos “Contribuição”, “Causas Nerds” e, principalmente, “Contribuições às Causas Nerds”, o que se deve ser tem mente?
Contribuição é o ato de contribuir (aqui ocorre a substantivação do verbo contribuir, substituindo a terminação verbal -ir pela caracterização substantitiva -ção; ou seja contribuir → contribuição) ou subsidiar ou cooperar para algo, de alguém que contribui para algo feito por terceiros.
Causa é o que faz algo ou alguma coisa acontecer, é o razão de alguém fazer algo, tanto para si quanto para outros em seu agora ou em nível de futuro.
E como se contribui para uma causa? Pregando cartazes, distribuindo panfletos, conversando com pessoas que não saibam sobre o assunto em questão, e várias outras coisas para que a causa seja conhecida (excetua-se o fato da causa ser de uma sociedade secreta que quer que suas verdadeiras causas sejam mantidas longe dos olhos e do conhecimento do grande púnlico – acredite, tem muita coisa por aí que muita gente, como você e eu, não pode nem começar a maginar o que seja e como funciona realmente). “Vestindo a camisa”, de modo tanto metafórico quanto literal.

E então o que seria “Causas Nerds”? A priori, são todas as coisas quaisquer relacionadas à ciência e tecnologia e literatura e teatro e cinema e todas essas coisas cabeçudas, unidas de uma vez só ou casda uma em sua área em específico.
Já as Contribuições às Causas Nerds podem se resumir a pesquisas, produção e dissecação de teses e monografias e artigos científicos, confecção e conseqüente defesa de seminários e oficinas e mini-cursos, apresentando assuntos (des)conhecidos ao grande público de forma complicada ou não; produção de documentários, etc. e tal e mais um monte de coisas (“podem se resumir a”“se resumem a”). Na verdade, existe muita coisa divergente sobre o que é contribuir de fato para uma causa, e com a classe nerd, acreditem, não é diferente. Não somente isso, mas também quanto o que é fazer parte de um determinado meio e o que não é – ou seja, o que ser nerd e o que não é (uma vez, trataram disso na SuperInteressante, sobre os diferentes tipos de nerds – e não sei de quando é, mas vou dar uma fuçada assim que possível). Como, por exemplo, a Lih-chan e a Raíssa. Elas são otakus, e otaku é um tipo de nerd. Já eu, o Tail, o Sussurro-do-Amanhecer-Nublado e o Minhoca somos nerds, mas não somos otakus. Verstandest du mich? (i.e.: ‘ocê me entendeu?) Elas acham o máximo fazer cosplay. Já nós (possivelmente, exceto talvez o Tail) fazemos umas caras quanto a isso.

Certamente, vai aparecer algum animal-que-assiste-novela-da-Globo-e-lê-Crepúsculo-e-Capricho que vai dizer que as Contribuições começaram a partir do século XX. Ãããããããããããhhhhhhhhhhhhhnnnnnnnnnn.................... Não!
Quando os homens das cavernas fizeram as primeiras pinturas em cavernas em tempos imemoriais, as primeiras ferramentas foram criadas, o homens passaram a se orientar pelas estrelas e passaram a criar animais, as primeiras casas de madeiras foram erigidas.







Comendo com farinha: John Ronald Reuel Tolkien, Contos Inacabados, Martins Fontes, 2002. Aviso muito importante: SÓ LEIA SE JÁ TIVER LIDO O HOBBIT + A TRILOGIA DOS ANÉIS + O SILMARILLION!

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