sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

VOLTANDO DO BURACO [4]

São.... foda-se, não sei que horas são. Acabei de jantar (almocei na casa do Muitas-Garras, uhu!) depois de ter ressuscitado por não ter dormido de ontem pra hoje.
Eu ainda deveria estar dormindo caso não tivesse sido pré-ressuscitado por uma despirocada dos infernos se esgoelando que nem um porco sendo castrado e currado e assistindo algum programa do Silas Malafaia tudo ao mesmo tempo agora achando que estava cantando. Se “aquilo” que aquela louca estava fazendo era “cantar”, quando eu escrevo poesia, sou abençoado diretamente pelo Arquieto Supremo do Universo para que meus versos sejam mais louváveis/veneráveis/inesquecíveis do que gente do calibre de Hans Magnus Enzensberger, Geoffrey Chaucher, Tomás Antônio Gonzaga, etecetera e tal e a lista é muito grande. A influência do cristianismo nas artes é inegavelmente indiscutível, todavia esta música dita “gospel” destas desesperadas (pra não dizer, piradas de concreto armado) morrendo a cada canção passa a séculos-luz de distância do MEU conceito de Arte.
É, Raquel, minha Irmã-Mais-Nova, eu gostaria de dizer “obrigado por nada”, mas o correto mesmo a ser dito agora é “aqui eu faço e aqui eu pago”.
Tsc.

(Tami-chan, muiíssimo obrigado pela conversa de MSN hoje de manhã – eu estava precisando mesmo prosear sobre aqueles assuntos!)


Passando para assuntos bem mais legais...
Sim, a bebemoração do aniversário do Alan, com exceção de alguns revezes, foi do caralho. Deixa eu me lembrar...... Foi na casa do Charlie. Quem tava lá além de mim e do Charlie? O Alan (dããã), a Amanda (dããã [2]), o Jeanzão, o Jeanzinho, o Paulo Pescada, o Marco Antônio, a Lorena Rúbia, o Guaxe, o Fabrício e a namorada dele (não sei o nome dela), o Robson e a Aline, o Newton e a Giselda, o Thiago Batista, o Kleyton, alem d’umas amigas bonitinhas do Charlie (só lembrio da Cris e da Camila, não lembro os nomes das outras porque eu ‘tava bêbado) e o primo do Jeanzão – parece que é Biro, não lembro também. Só o Muitas-Garras, o Mário, o Calouro, o Thiago “Momó”, a Camila a Érica e o Ricardo que não foram (e aquela tesuda da Maria Teresa também, mas deixa quieto). Eu não lembro de muita coisa. Mas isso não é novidade.
Ah, na casa do Muitas-Garras. Depois dum tempão, votei a falar cum brother meu que é da turma do RPG do Pedro Teixeira, batizado Alex Miranda de Mello e muito mais conhecido como Alex Japa. Yeah, eu sempre gosto de prosear com esse puto. Ele sempre tem assuntos legais pra serem postos em discussão e o mais atual deles foi ele ter voltado d’uma temporada n’uma filial do inferno conhecida como Santana do Araguaia (acreditem, isso ainda é Pará), que serve de ponto de ligação entre a puta que pariu e a casa do caralho e onde o Judas perdeu as meias. Usando uma linguagem não-malafaica, é uma “cidade” que fica de fronteira entre o Pará, o Tocantins e o Mato Grosso (é, justamente ponto de ligação entre a puta que pariu e a casa do caralho e onde o Judas perdeu as meias). Eu gostaria de poder dizer que me diverti bastante ouvindo o que ele tinha a dizer sobre Santana do Araguaia, mas como passei as duas piores semanas da minha vida em um pedacinho de Malfeas conhecido como Parauapebas, isso seria a maior mentira já contada na face de Gaia. O que dizer sobre as “aventuras” dele? *Tenso-Pra-Porra*. Vou escrever um post sobre isso – quando der coragem. Valeu pela prosa, Alex!

Lendo ininterruptamente: Robert Crumb, Mr. Natural: vai para o hospício e outras histórias e Meus Problemas Com As Mulheres, ambos publicados no Brasil pela Conrad em 2005 (tradução de Mariana Diehl Bandarra) e 2010 (tradução de Alexandre Boide), respectivamente. Também uma adaptação para os quadrinhos de alguns contos do Charles Bukowski feita pelo quadrinista alemão Matthias Schultheiss na obra Delírios Cotidianos – este foi pubicado no Brasil pela L&PM, em 2009, com tradução para o português brasileiro feita por Suely Bastos.


Ontem foi aniversário da CRESPIM e hoje é o da CASS (Bruna de Cássia Silva Gonçalves, citada aqui pela última vez em Vestígios da Farra [2]) e o do MARCOS VINÍCIUS, vulgo “Marquinhos”, da galera do Metal do PAAR. Muitas Felicidades e muitas Farras para os três!

Agora deixa eu ver PELA ENÉSIMA VEZ um dos maiores clássicos dos anos 1980 e um dos supremos da Sessão da Tarde: Os Irmãos Cara-de-Pau, de John Landis, com ninguém mais ninguém menos que Dan Aykroyd e John Belushi, além de participações muito especiais como Carrie “Princesa Léia Skywalker” Fisher e outras mais especiais ainda como James Brown, Aretha Franklin, Ray Charles e John Lee Hooker. Até o Steven Spielberg faz uma ponta! Assista!


INTÉ!

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