terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ENNIS vs. RODRIGUES

São 18:15:44 em Ananindeua, Reigão Metropolitana de Belém, capital da Unidade Federativa do Pará.
Chovendo desde manhã cedo, ainda nublado e totalmente cinza, com um certo tom azul.

Estou almoçando (e isso lá são horas de almoçar?!?) depois de ler praticamente TODAS as histórias do Justiceiro que o Garth Ennis escreveu (sim, aquelas em norueguês que falei em With a Little Help of My Friends – obviamente tive que usar um dicionário norueguês-inglês-norueguês e outras [muitas] eu já tinha lido em Marvel MAX’s que o Marley outrora me emprestou), eu......
É, caras, Mr. Ennis já escreveu tanta coisa foda, que... É, eu, como marvete e fã de Histórias em Quadrinhos (com iniciais maiúsculas mesmo!) e consumidor de beletrística, tenho que admitir que o Justiceiro é a melhor e mais personagem obra com que ele já trabalhou. Obviamente, os artistas – como Tim Bradstreet (e suas capas fodônicas), Leandro Fernandez, Len Medina, Goran Parlov, Bill Reinhold, Lee Looughridge, Raúl Treviño, Giulia Brasco, Dan Brown (não, aquele escritor), entre outros – que trabalharam com ele deram uma colaboração MONSTRO para que o clima ficasse a favor do ÚNICO humano fodão mal-encarado da Marvel Comics e suas histórias de revirar o estômago de desavisados (eu lembro que, uma vez, o André Forastieiri disse que “Gibi não é pra criança” – mais do que definitvamente, até onde me cabe saber, Justiceiro NUNCA FOI pra criança ler).
Será que colocam o Ennis pra escrever o Espírito da Vingança depois daquela saga morta de escrotérrima do Zadkiel (*!*TOMARA*MODE*ON*TURBO*!*) ou, sei lá, com o Nova Onda (publicado por um tempo também na Marvel MAX).


PASSE BEM LONGE:
Loaded Bible: Jesus vs. Vampires, da Image Comics. Roteiro de Tim Seeley, sobre história de Tim e Steve Seely, desenhos de Nate Bellegarde e arte-final de Mark Englert. Enquanto Jesus: o Senhor das Armas (sim, aquele mesmo do Eric Peterson e do Ethan Nicole, onde Deus tem a cara do Marlon Brandon no filme do Superman [de 1978, do Richard Donner], e onde aparece até o Ernest Hemingway [!!!!] e, junto a Jesus, eles lutam contra lobisomens nazistas [Crias de Fenris?!?] na II Guerra Mundial!!!!!) é um pequeno grande clássico, este não vale nem a nível de curiosidade!
É incrível como a Image deu SUPREME FORRA em The Walking Dead e I Kill Giants, ela pisa na bola com esse Loaded... Infelizmente, nem tudo é perfeito, né? Mas os caras fizeram Spawn e Gen13, esperar o quê......?




Vou ler agora:
Gênesis, de Robert Crumb, de 2009. Publicado no Brasil pela Conrad ainda em 2009, tradução de Rogério de Campos, 227 páginas. Eu não sou cristão, mas quem fez foi “SÓ” o Crumb – ou seja, literatura obrigatória para leitores de Quadrinhos!
Literatura técnica: Louis Hjelmslev, Ensaios Lingüísticos. Publicado no Brasil pela Editora Perspectiva, em 1991, das série Debates. Tradução de Antônio de Paduá Danesi e revisão de Shiza Kikuchi.


(mais um dia que vou passar totalmente enfurnado em casa)

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