quinta-feira, 4 de julho de 2013

VAMOS AO ENCONTRO DO MAIS FORTE: XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE HISTÓRIA

Ouvindo: Matanza, Thunder Dope, 2012

TRÊS TRABALHOS ENVIADOS!
TRÊS TRABALHOS APROVADOS!


... E OLHOS AMENDOADOS FITARAM O CÉU ENEGRECIDO: A PRÚSSIA MILITARISTA VISTA ATRAVÉS DO ANIMÊ CANNON FODDER, DE KATUSHIRO OTOMO

Rafael Alexandrino MALAFAIA (UFPA)
rafaelgarou@gmail.com

Durante a enfim unificação da Alemanha, em 1871, liderada pelo primeiro-ministro Otto Leopold Eduard von Bismarck-Schönhausen (1815 – 1898), e depois do Sacro Império Romano Germânico – Sacrum Romanum Imperium ou Heiliges Römisches Reich –, que perdurou do século XI até o início do século XIX, houve a máquina de guerra e conquista conhecida como Königreich Preußen, ou, em bom português, o Reino da Prússia, o mais importante Estado do então Kaiserlich Deutsches Reich, o Império Alemão. Considerando tal premissa histórica, esta sessão objetiva apresentar algumas das idiossincrasias históricas e sociais de tal estado germânico a partir das caracterizações destas presentes no episódio Cannon Fodder, dirigido e escrito pelo roteirista e desenhista de mangás (histórias em quadrinhos feitas no Japão e seu estilo próprio de desenho) e diretor de animês (desenhos animados de origem japonesa) Katsuhiro Otomo (1954-), que está presente na coleção Memories, de 1996, organizada e roteirizada pelo mesmo.

Palavras-Chave: Animê, Reino da Prússia, Katsuhiro Otomo.


“HOLD MY BREATH AS I WISH FOR DEATH”: SITUANDO “ONE”, DO METALLICA, NO CONTEXTO HISTÓRICO DA I GUERRA MUNDIAL UTILIZANDO A OBRA “NADA DE NOVO NO FRONT”, DE ERICH MARIA REMARQUE

Bruno Carlos Oliveira NEVES (UFPA)
chuvavermelha@gmail.com
Rafael Alexandrino MALAFAIA (UFPA)
rafaelgarou@gmail.com

O crítico literário e artístico alemão Walter Benjamin (1892-1940) em seu ensaio A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, de 1936, faz referência ao escritor e ativista político italiano iniciador do movimento artístico e literário conhecido como Futurismo, Filippo Tommaso Marinetti (1876-1944), quando este alça conflitos bélicos ao nível de referencial artístico inspirador – fato tomado como verdade ao considerar-se a intensa produção cultural durante todos os períodos belicosos da história humana, vide o que fora produzido em Música, Cinema, Literatura e, por fim, Histórias em Quadrinhos. Considerando estes pressupostos, os proponentes desta comunicação utilizar-se-ão da obra Nada de Novo no Front, escrita pelo alemão Erich Maria Remarque (1898-1970), em 1929, para situar historicamente a letra de “One”, da banda estadunidense Metallica, dentro do imaginário conhecido como a I Guerra Mundial, ocorrida entre 1914 e 1918, que eclodiu a partir não somente de vários pequenos conflitos no continente europeu, mas de rixas históricas do período do imperialismo entre as principais nações europeias do período, tendo como estopim a morte do conde Frederico Franco e as consequentes declarações de guerra entre países como Alemanha, Inglaterra e França. Em suma, objetiva-se tratar de como tal peleja influenciou a literatura através desta obra literária em específico (mesmo considerando que Remarque tenha participado da mesma como soldado do então Império Alemão) e a música do período pós-moderno, e como pode haver um paralelo aceitável entre elas.

Palavras-Chave: Metallica, Nada de Novo no Front, I Guerra Mundial.

REGISTROS LITERÁRIOS E CINEMATOGRÁFICOS DA GUERRA SUSSURRADA: A GUERRA FRIA EM “A CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO”, DE TOM CLANCY E JOHN McTIERNAN

Rafael Alexandrino MALAFAIA (UFPA)
rafaelgarou@gmail.com

A presente sessão temática tem como objetivo demonstrar o reflexo do imaginário conhecido e estudado como A Guerra Fria, assimilando a tensão existente na época entre seus países participantes, os Estados Unidos da América e a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, e as conseqüências de tal embate para o mundo da época na obra A Caçada ao Outubro Vermelho – tanto a obra literária, escrita pelo estadunidense Tom Clancy, em 1984, e sua adaptação homônima para o cinema, dirigida por John McTierman, em 1990. Para tanto, faz-se uma análise do período em questão a partir de autores como Hobsbawm (1995) e Arbex Junior (1997) e um levantamento da produção literária do mesmo para que a análise conjunta de filme e livro seja seguramente executada, com o fim de que haja uma leitura da Guerra Fria por tais mídias, tendo a supracitada obra como eixo do estudo.

Palavras-Chave: Caçada ao Outubro Vermelho, Guerra Fria, Semiótica.


XXXII ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE HISTÓRIA
24 A 31 DE AGOSTO DE 2013
RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO - BRASIL


Mais informações em: http://www.eneh.uerj.br/


VAMOS AO ENCONTRO DO MAIS FORTE!!!

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