sexta-feira, 27 de junho de 2014

[escrito recentemente........]

Ouvindo: Arraial do Pavulagem, Gente da Nossa Terra, 1995.

“E da garota dos olhos castanhos já tivestes o melhor e o mais belo, e quanto mais longe dela estiveres, melhor e mais lindo isso vai-se tornar.”
– Herman Hesse, “Sonho de uma Flauta”, tradução de Angelina Peralva.

[¡sem título!]
MEU erro foi ainda ter esperança
Permitir que ainda perdurasse
E me levasse até uma parede de concreto
E ai o resto....
Sim, eu deveria ter sumido de uma vez
Na verdade, não deveria nem ter insistido e, muito menos sequer ter começado...
Arquivar... Esquecer... Desaparecer... Recomeçar!
E assim os Nove Mundos surgem:
se me lembrar de você, simplesmente deixarei de ir e ouvir,
nunca tive muitos problemas em simplesmente cair fora!
Se eu fosse você, não me culpava por nada disso
mais um container de culpa não far-me-á diferença!
Só peço e desejo que sede feliz e vitoriosa
como nenhuma foi antes e nenhuma será depois
– e isso que acredito que alguém como vós mereceis!
E espero que tu, especificamente TU
destruas este poema após a leitura.

:: 24 de junho de 2014 ::

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