quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

[zweite] DICHTUNG AND DIE MARIE...

[¡sem título!]

EU já te vi sorrir tanto
(e gozar também)
Que devo admitir que simplesmente
Não consigo te imaginar chorando.
Não somente gosto de te ver dormindo
Como inclusive
Gosto de dormir abraçado convosco –
Morrer e Ressuscitar...
Pois é, a maioria de minhas amigas e até algumas ex
(sem nomes aqui, sem nomes aqui)
Já foi dito a elas... bem, eu disse a elas sobre nós
Bem, as reações foram das melhores
(e fico muito feliz por isso)
Mas... e se fossem das piores
Bem... quem se importa?
Me importa muito saber se estás bem comigo
Se estiver, o que interessa o resto?
Eu já disse em outros poemas
E seria aqui bem-cabível repetir
Que o que me interessa mesmo
São seus beijos nos meus
E suas mãos nas minhas
Durante
Nossas testas juntas
E olhos fechados
E agora os palestrantes estão falando
Daqui é possível ouvir a chuva
Lembrando d’ocê dormindo enquanto chove
Enquanto o banho
Águia e sabão e água pelo seu corpo
Saudade de seu corpo anexo ao meu
Saudade que às vezes não me deixa sair da cama
Einsamkeitsdichtungsmotiv*
Sehnsuchtsdichtungsmotiv** 
E tu és meu motivo de poesia atualmente
(prosa futuramente)
„Sanmariesdichtungsmotiv“*** 
„Sanmariesnarrativesmotiv“**** 
E hoje então nós para nós não somente em poesia
E me acredite, meu amor:
Eu dificilmente poderia estar mais feliz.

:: para Sanmarie Rigaud dos Santos ::
:: 30 de janeiro de 2015 ::

* Do alemão, “solidão como motivo de poesia”
** Do alemão, “saudade como motivo de poesia”
*** Do alemão, “Sanmarie como motivo de poesia”
**** Do alemão, “Sanmarie como motivo de narrativa”

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