terça-feira, 26 de janeiro de 2016

“O lobo como apreensão instantânea de uma multiplicidade em tal região não é um representante, um substituto, é um eu sinto. Sinto que me transformo em lobo, lobo entre lobos, margeando lobos, e o grito de angústia, o único que Freud ouve: ajude-me a não tornar-me lobo (ou, a contrário, a,não fracassar nesse devir). Não se trata de representação: não acreditar que se é um lobo, representar-se um lobo. O lobo, os lobos são intensidades, velocidades, temperaturas, distâncias variáveis indecomponíveis.”
- Gilles Deleuze e Félix Guattari, 1914 - Um Só ou Vários Lobos? Tradução de Aurélio Guerra Neto.

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