sexta-feira, 11 de março de 2016

TARDE DE OUTUBRO [passagem de conto ainda incompleto]

“Ela nunca havia suspirado daquela maneira. Nunca havia arfado daquela maneira. Respirava em voz alta quando ele passava a boca e a barba pelas suas costas enquanto ela de bruços e ele abria os zíperes laterais de sua saia para retirá-la. As amigas puderam ouvir nitidamente o quanto suspirava alto quando ele voltou com a boca da cintura até sua nuca. «Pelo amor de Deus!» boca quase não-aberta e dentes quase cerrados enquanto segurava o lençol da cama com as duas mãos, o sutiã aberto mas ainda não retirado, alças à altura das axilas, camisa à uma ponta da cama, todos os pelos eriçados, cabeça e ombros à cama enquanto joelhos à cama e quadris eretos ao retirar da saia, ela ao joelhos enquanto narinas masculinas às partes posteriores das coxas e ela respirar cada vez mais alto, cada vez mais intenso. «E ainda nem comecei.» Ele disse ao ouvido dela, ela de unhas ao colchão e mordendo os lábios.”

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