quinta-feira, 26 de maio de 2016

sobre amor ao Metallica................................

O que não falta é gente dizendo que o “Load (de 1996) e o Reload (de 1997) são uma merda”, “aquilo não é Metallica”“a banda devia ter acabado no Black Album (o Metallica, de 1991)” mimimimi e o caralho. O Chuva-Vermelha-de-Sangue e o Sussurro-do-Amanhecer-Nublado sabem do que tô falando.
Falo pra quem quiser ouvir e ler com todas as letras: se não fosse o Metallica, eu estaria morto. Se não fosse “Hero of the Day” (do Load, diga-se logo), eu teria me matado ainda no longínquo ano de 1999 devido uma crise brutal de depressão e uma série de problemáticas que certamente a maioria dos homens de dezesseis anos em uma área urbana já passaram. Se não fosse o James Alan Hetfield praticamente dizendo “tu não estarias sozinho” na referida música, esta postagem não estaria sendo feita.
Eu lembro do dia em que li a tradução da letra. Era uma quinta-feira, 11 de novembro de 1999 (no sábado 20, foi a Expomat, onde bebi pela primeira vez com o Perna, o Palavras-Prateadas, o Farra-El e o Película). Eu tinha comprado uma revista com todas as letras traduzidas de todos os álbuns do Metallica até então (que a vadia do Minhoca insiste em dizer que é dele porque ele escreveu o nome dele na dita, mas deixa quieto – antes com ele do que com um não-quisto). O Eduardo Rodrigo “Bob Rock” Picanço Marchand ficou maravilhado, ele foi a primeira pessoa pra quem mostrei. Eu lembro, era a véspera da Feira da Cultura do Anchieta de 1999 (que foi na sexta e no sábado). Quando li a tradução da letra, sim, deu vontade de chorar, só chorei quando cheguei em casa.
Sim, esse é um agradecimento e uma explicação primária do porque eu amo Metallica.
Sem mais.

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